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Como a Gestão Judicial pode colaborar no processo de Recuperação Judicial.

O papel do Gestor Judicial ainda é pouco utilizado pelos Juízes e Administradores Judiciais no Brasil. Conforme dados divulgados em Julho/2023, atualmente existem 3600 companhias em situação de recuperação judicial (RJ), de um total de mais de 2,5 milhões de empresas ativas no Brasil.

Deste total estima-se que existam menos de 30 casos que possuem Gestores Judiciais atuando como Executivos na condução dessas empresas.

O papel do Gestor Judicial (GJ) é concomitante ao papel do Administrador Judicial (AJ), pois ambos atuam como Longa Manus do Magistrando colaborando na condução das empresas em RJ. Sendo o AJ responsável por fiscalizar o processo de RJ e o GJ responsável por gerir a operação como se dono fosse. Assumindo todas as responsabilidades na condução da empresa e alinhado com o plano de recuperação aprovado.

O papel do Gestor Judicial, é de suma importância para dar celeridade e credibilidade na RJ, pois este atua como um executivo contratado, trazendo transparência para operação  e confiança para os credores interessados em receber os seus créditos.  Como Gestor Judicial também conhecido como  Gestor Interino ou Gestor interventor, este atua como principal executivo da operação papel de presidente / CEO, reportando se diretamente ao magistrado e auxiliando o AJ. Dentre das suas atribuições é de responsabilidade do GJ, buscar funding, liderar as vendas e operações, focar na redução de custos e despesas além de como principal atributo fazer cumprir o plano de recuperação judicial.

Na lei existe uma previsibilidade de afastamento do sócio da empresa em recuperação judicial, e neste caso a nomeação de um gestor judicial que atuará no papel de um interventor, visando a continuidade da operação, maximização dos ativos e pagamentos dos credores.

Com o Gestor Judicial alocado na condução da recuperanda temos algumas vantagens, como:

  • Agilizar o trâmite processual: A gestão judicial pode atuar no sentido de agilizar o andamento do processo de recuperação judicial, evitando atrasos desnecessário na entrega de documentos e relatórios e garantindo que todas as etapas sejam cumpridas dentro dos prazos estabelecidos.
  • Promover a mediação entre as partes: A gestão judicial atua com imparcialidade e por isso pode atuar como mediadora entre a empresa em recuperação e seus credores, buscando um consenso que seja vantajoso para ambos os lados. Isso pode ajudar a evitar conflitos prolongados e facilitar a negociação de acordos.
  • Monitorar o cumprimento do plano de recuperação: A gestão judicial tem o papel de acompanhar e trabalhar para a execução do plano de recuperação apresentado pela empresa. Isso envolve verificar se as obrigações estão sendo cumpridas corretamente, assim como tomar medidas necessárias caso haja descumprimento por alguma das partes envolvidas.
  • Garantir transparência nas informações: A gestão judicial deve promover a transparência no processo de recuperação judicial, garantindo que todas as informações relevantes sejam disponibilizadas às partes interessadas. Isso inclui divulgar relatórios periódicos sobre o andamento da recuperação, bem como prestar esclarecimentos quando solicitados.
  • Facilitar a comunicação entre as partes: A gestão judicial tem o papel de facilitar a comunicação entre todos os envolvidos no processo de recuperação judicial, incluindo empresa em crise, credores, fornecedores e demais interessados. Isso contribui para uma melhor compreensão das demandas e necessidades de cada parte, facilitando assim a busca por soluções consensuais.
  • Estimular a adoção de boas práticas de gestão: A gestão judicial pode incentivar a empresa em recuperação a adotar boas práticas de gestão, visando melhorar sua eficiência e sustentabilidade a longo prazo. Isso inclui orientações sobre reestruturação financeira, controle de custos e melhoria da qualidade dos produtos ou serviços oferecidos.
  • Minimizar prejuízos aos envolvidos: Ainda, a gestão judicial deve buscar minimizar os prejuízos tanto da empresa em recuperação, quanto dos credores e demais envolvidos. Isso pode ser feito por meio da busca por soluções que permitam a continuidade das atividades da empresa, com o menor impacto possível, para todas as partes interessadas.
  • Maximizar os ativos: Por fim, a gestão judicial deve buscar alternativas de forma a maximizar a operação da empresa, visando o interesse de investidores em adquirir uma operação completa, porém sem o passivo.

Conte com a B2grow, neste seu processo. Possuímos mais de 25 anos de mercado e profissionais com experiência em conduzir empresas em Recuperação Judicial, atuando como gestor judicial.

Roberto Neaime

19 99835-9600
roberto@b2grow.com.br

Formado em Administração de Empresas, Especialista em Finanças e Controladoria pela FGV, e em economia Internacional, possui experiência em projetos de reestruturação e gestão de empresas.
Atua como Gestor Judicial nomeado em empresas em Recuperação Judicial.
Possui mais de 25 anos de atuação e projetos desenvolvidos em empresas Nacionais e Multinacionais, tendo atuado como Diretor Financeiro e CEO.
Trabalhou no Brasil, Argentina, Estados Unidos, Inglaterra, China e Luxemburgo.
Fluente em Inglês e Espanhol.
Atualmente é membro do conselho de administração de empresas multinacionais americanas e europeias.
Investidor Anjo e mentor de startups.

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